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Cuidados no uso do repelente

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Confira as orientações elaboradas pelos Drs Kerstin Taniguchi Abagge e Jandrei Rogério Markus e liberadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria quanto à aplicação dos repelentes:

  1. Nunca aplicar na mão da criança para que ela mesma espalhe no corpo. Elas podem esfregar os olhos ou colocar a mão na boca;
  2. Aplicar a quantidade e intervalo recomendados pelo fabricante, lembrando que a maioria dos repelentes atuam até 4 cm do local da aplicação;
  3. NÂO aplicar próximo da boca, nariz, olhos ou sobre machucados na pele, e seguir as orientações do fabricante guardando a bula ou embalagem para posterior consulta, em caso de ingestão ou efeitos adversos;
  4. Assim que não form mais necessário o repelente deve ser retirado com um banho com água e sabonete;
  5. NÂO permitir que a criança durma com o repelente aplicado. Apesar de seguro se usado corretamente o repelente é uma substância química e pode causar reações alérgicas ou intoxicações na criança quando utilizado em excesso;
  6. Em locais muito quentes (temperaturas maiores que 30 graus) ou em crianças que suam muito, os fabricantes recomendam reaplicações mais frequentes;
  7. Repelentes com hidratantes ou protetores solares devem ser evitados, pois essas associações não são recomendadas em crianças. Os repelentes reagem com os protetores solares e acabam por reduzir o efeito do protetor quando aplicados juntos. Pode-se aplicar o protetor solar e após 20 a 40 minutos realizar a aplicação do repelente escolhido;
  8. A apresentação em loção cremosa é mais segura do que a em spray e deve ser preferida nas crianças.

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Dra luciana novellino pereira

 

Referências utilizada e divulgadas pelo site da Sociedade Brasileira de Pediatria:

1. Markus JR. Prurigo estrófulo – reação de hipersensibilidade induzida por picada de insetos. Pronap. 2014;17(2):71-82. 2. Arya SC, Agarwal N. Advice to travelers on topical insect repellent use against dengue mosquitoes in far North Queensland, Australia. J Travel Med. 2011 Nov-Dec;18(6):434; author reply 3. Stefani GPP, A.C.; Castro, A.P.B.M.; Fomin, A.B.F.; Jacob, C.M.A. Insect repellents: recommendations for use in children. Rev Paul Pediatr. 2009;27(1):81-9. 4. Chen-Hussey V, Behrens R, Logan JG. Assessment of methods used to determine the safety of the topical insect repellent N,N-diethyl-m-toluamide (DEET). Parasit Vectors. 2014;7:173. 5. Abd-Ella A, Stankiewicz M, Mikulska K, Nowak W, Pennetier C, Goulu M, et al. The Repellent DEET Potentiates Carbamate Effects via Insect Muscarinic Receptor Interactions: An Alternative Strategy to Control Insect Vector-Borne Diseases. PLoS One. 2015;10(5):e0126406. 6. Webb CE, Russell RC. Advice to travelers on topical insect repellent use against dengue mosquitoes in Far North Queensland, Australia. J Travel Med. 2011 Jul-Aug;18(4):282-3

 

 

Luciana Novellino
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