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Maternidade: a maior prova de todas

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Quando escuto algumas mães falando sobre suas experiências no mundo da maternidade me lembro do segundo grau, antes do vestibular. Nos dias de cursinho via aqueles alunos de tantas escolas diferentes botando a maior banca, e me dava um embrulho no estômago… Aquilo tudo me intimidava, e fazia o maior esforço para não ouvir aqueles assuntos. Faço igual com algumas mães. Parece que é de novo, o vestibular. Uma batalha para mostrar quem é a melhor, impor o seu jeito. Mas… existe uma mãe melhor que a outra?

Quando um bebê nasce, nasce uma mãe também! E daí ele vai crescendo e se desenvolvendo, e a cada etapa de desenvolvimento dele uma nova atitude é requerida da mãe, novos métodos, novo olhar, novo papel. 

E cada transição de fase da criança, representa uma transição de fase para a mãe também. Sabemos o que acontecerá com ele na próxima fase (ou pelo menos o que deveria acontecer), mas não sabemos exatamente como agir para estimular ou não atrapalhar! As dúvidas pairam em nossas mentes o tempo todo: o que é correto? O que é apropriado? Estou sendo super protetora? É nessa fase que ele precisa desenvolver autonomia? Eu dou comida na boca? Não dou? O que fazer, e quando fazer? O que é pouco? O que é demais?

Isso tudo vai gerando uma angústia, e nos leva a buscar informação, pesquisar em blogs, perguntar em grupos nas redes sociais, perguntar para as mães que conhecemos….e é aí que mora o perigo! Quando comparamos nossa experiência, a reação do nosso filho, com a experiência de outras mães: as mães da porta da escola, do parquinho, do clube e, principalmente, as “mães de revista” e as das redes sociais.

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Comparar com outros só faz a gente se cobrar mais e mais e nunca estamos felizes ou seguras como mães dos nossos filhos, principalmente quando nos comparamos com essas mães cujas vidas parecem perfeitas e sem obstáculos, mas todo mundo sabe…não é bem assim a vida real!


Mas o que fazer?

  1. Acima de tudo, ouça sua mãe, avó: siga seus instintos, ouça seu coração, ele (quase) nunca erra!
  2. Como foi dito acima, não se compare com outras mães! Isso só vai te deixar insegura e angustiada.
  3. Leia sim, mas busque fontes confiáveis, sérias, com embasamento. Confira se quem emitiu a opinião é um especialista no assunto ou pelo menos tem credencial na área.
  4. Forme a SUA opinião! Adapte os conselhos de especialistas ao seu caso, ao seu filho.

Outras mães, outros métodos, outras fases! Cada criança é única e cada mãe também. Podem existir muitos especialistas em educação e comportamento infantil, mas PhD  no seu filho só existe uma: você!

Seu filho é único, e isso você sabe muito bem! Mas saiba que a forma de lidar com seu filho também é única, como alta costura, sob medida para você!

Não existe o modelo perfeito de educação e criação de filhos! Existem sim, inspirações para nos desenvolvermos também, evoluirmos, e sermos o melhor que pudermos: mães que dão muito amor e apoiam o desenvolvimento do filho. É disso que as crianças precisam para se desenvolverem e se tornarem adultos seguros e de bem.

Veja também nosso post sobre cobranças com o corpo após a maternidade.

Karla Lepetitgaland

Karla Lepetitgaland

Administradora, mãe de dois. Aprendeu, com a maternidade, que tudo tem seu tempo. Busca praticidade em tudo que a rodeia, assim sobra mais tempo para fazer o que mais ama: ficar com seus filhinhos.
Karla Lepetitgaland

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