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Paris com bebê – 6 meses

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Depois de passar por Amsterdam, Maastricht e Bélgica, Paris era a parada final de nossa viagem. Estivemos aqui em 2010, quando éramos só nós dois. Curtimos por  7 dias e conhecemos todos aqueles pontos turísticos “obrigatórios”. Agora estávamos na excelente companhia do nosso segundo Sol, a Helena e queríamos fazer um passeio light, com poucas visitas a museus e sem maratonas. Viemos de Bruxelas pelo trem da Thalys (compramos com antecedência pelo site da Raileurope, imprimimos os bilhetes em casa). Conforto total. Chegamos rápido na Garde Du Nord. Passamos raiva no trânsito. Muito engarrafado, com o taxímero rodando rápido. Finalmente chegamos ao escritório do locador, retiramos as chaves do flat que alugamos e de lá partimos. O Flat, bem direitinho, embora simples, ficava perto da Opera (veja o post: Escolhendo um hotel ou alugando um apartamento no exterior) .  Deixamos as coisas lá e fomos andando até o Louvre, passando por dentro dos jardins do Palais Royal.

 

Jardins  do Palais Royal

Ficamos admirando a beleza que é o Rio Sena e os Jardins de Tullieres. Realmente Paris é única, um verdadeiro esplendor!

 

Rio Sena

Rio Sena

Passamos em um mercadinho e fiz uma macarronada na micro-cozinha do flat. Jantamos e dormimos muito bem!
04/05/2012 – D11 – Paris
Tomamos café no flat e pegamos um metrô para a estação Trocadero. O melhor lugar para tirar fotos da torre, sem dúvida.

Trocadero, a melhor vista da torre.

Um papo com a mamãe é sempre bom,
ainda mais no Trocadero
Jardins do Trocadero
Felizes da vida.
Loading...Muitas, muitas fotos depois, ficamos de bobeira no Jardim do Trocadero e fomos caminhando no sentido da torre.
Tinha feito reserva para almoço no restaurante Le Jules Verne – mais uma extravagância esfaqueando nossos sofridos bolsos. Foi meu presente pelo aniversário do meu amado. Sentimos o gostinho do poder ao ver a gigantesca fila para subir à torre enquanto nos dirigíamos ao elevador exclusivo do restaurante (Ahan, ahan!).
Um dos restaurantes do famoso chef Alain Ducasse, Le Jules Verne
Quietinha no colo da mamãe
Vista do restaurante Le Jules Verne
Ouvi o hostess falando para um casal desavisado que queria almoçar sem reserva que as reservas em maio estavam sendo feitas para o fim de julho e inicio de agosto. O lugar é bem apertado e o serviço corrido, mas a vista do segundo piso da torre Eiffel é mesmo muito boa. Pedimos o menu do dia e escolhemos pratos diferentes (na verdade, o principal objetivo era um provar o prato do outro. Não tem jeito, pobre vai a restaurante chic, mas tem que levar a alma junto… dá nisso).
Pratos com apresentação maravilhosa
Comida muito boa, com apresentação maravilhosa, mas como nosso critério estava muito alto pela experiência que tivemos na Bélgica, não achamos excepcional. A conta sim: 200 euros, sem nada de bebida alcoólica. Um lugar tipicamente para turista, mas é uma daquelas coisas que se deve dar ao direito de fazer uma vez na vida. Gostamos muito. Valeu!
Saímos dali e compramos um passe de passeio de barco de dois dias pelo Sena, naqueles barcos que tem paradas fixas em determinados pontos da cidade. Descemos na Notre Dame. Linda demais!
Passeio de barco
Parada de barco na Notre Dame
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Fomos em direção aos Jardins de Luxemburgo. O lugar é mesmo maravilhoso! Tínhamos ido no inverno, mas na primavera é muito melhor. O tempo não estava muito bom, mas tomamos um maravilhoso chocolate quente e tivemos uma tarde bem relaxante. Helena ama ver árvores, adorou mamar por ali.
Jardins de Luxemburgo
Mamadinha ao ar livre
Jardins de Luxemburgo
Papai e mamãe tomam um chocolate quente enquanto admiram a paisagem.
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Passamos na deliciosa Dalloyau, logo ali em frente (2, Place Edmond Rostand, Paris), e comi a melhor Eclair (bomba de chocolate) que já provei.
Dalloyau
Voltamos pela parte dos fundos da Notre Dame e conhecemos o lindo jardim dos fundos, muito fofo!
Jardim dos fundos da Notre Dame
E descobrimos a pont de L’ Achervêché, onde ficam os cadeados dos amores eternos. Decidimos que compraríamos um bom cadeado e voltaríamos lá.
Pont de L’ Achervêché
A ponte dos amores eternos
Tomei uma bola do delicioso sorvete (da famosa marca Berthilon) e pegamos o barco na estação Notre Dame.
Descemos na estação Champs Elysees. De cara com a imponente ponte de Alexandre III.
Vista do barco da ponte de Alexandre III
Lá no alto uma das imponentes esculturas douradas na  ponte de Alexandre III

Passamos pelos Le Petit e Grand Palais.

Le Petit Palais
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Dei mamar pra minha menininha em uma pracinha linda.
De barriguinha cheia, ficou no carrinho sem chiar. Fomos admirando as lojas (como a maravilhosa e gigantesca loja da Louis Vuitton) na famosa avenida Champs Elysees, até chegar ao Arco do Triunfo.
Champs Elysees, lá no fundo o Arco do Triunfo
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Já era noite (passava das 21h), mas estávamos todos bem, então voltamos passeando pelo outro lado da avenida, passei para tomar um sorvete na imensa e linda loja da Haagen Daz (estavam lançando o sabor caramelo salgado – delícia!). Compramos uns frios e lanchamos no flat.
05/06/2012) – D12 – Paris
Acordamos, tomamos café no flat e o dia estava lindo!! Caminhamos até o Louvre,
Zoom in (real dimensions: 4000 x 3000)
pegamos o barco e descemos na estação do Museu D’Orsay, ficamos lá algum tempo.
Na praça do Louvre
Museu D’Orsay
Museu D’Orsay
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Então partimos em direção à Rue Du Bac. Passamos em uma padaria maravilhosa, Eric Kayser (18, rue du Bac) e comprei umas delícias para levar.
Padaria maravilhosa, Eric Kayser
Dali fomos para o meu destino: La Pâtisserie des Rêves ( 93 rue du Bac 75007).
Zoom in (real dimensions: 4000 x 3000)
Era até difícil escolher! Pedi um Paris Breast. Simplesmente maravilhoso! Comprei outros doces perfeitos para levar. Fui toda feliz com meus pacotinhos de doce.
La Pâtisserie des Rêves
A Rue do Bac é bem legal, várias lojas interessantes. Paramos na Pylones e compramos vários presentinhos. Compramos um lindo cadeado e fomos andando ao longo da Saint Germain. Escolhemos um café bem cheio (sempre seguimos a lógica de que se um lugar é cheio de locais, é porque não deve ser ruim) e comemos bife com fritas e vinho da casa (no meu caso, que estava amamentando, só tomei água). Tínhamos as deliciosas sobremesas da Patisserie dês Reves. Continuamos e chegamos (até aqui meu amor não desconfiava das minhas malignas intenções!) ao meu grande ponto de interesse: A Citypharma de Saint Germain (Citypharma 26 rue du Four 75006) – o paraíso do consumo feminino. Cosméticos e cosméticos e cosméticos! Tudo o que seja possível imaginar. Meu amor entrou, ficou por dois segundos e disse: te espero aqui fora. Centenas de mulheres se movimentavam nos corredores apertados, cheios, lotados de produtos maravilhosos e com preços de deixar nós brasileiras até emocionadas. Mas estava mesmo muito cheio, e as pessoas não faziam muita cerimônia em empurrar, mesmo eu estando com o bebê no canguru. Comprei uns shampoos que amo, alguns protetores solares para mim e para meu bebê e só, infelizmente. Eu não podia demorar muito, tinha horário marcado. Acho que só consegui sair de lá porque fui para a fila preferencial.
Notre Dame
Passamos em frente à Catedral de Notre Dame, dei mamar à Helena e fui assistir a um concerto na Saint Chapelle (comprei o ingresso pelo classictic.com) . Ela e o pai foram andando para o Louvre, nos encontraríamos na loja da Apple.
Eu amei o concerto! Não conhecia a Saint Chapelle e acho que a fusão foi simplesmente perfeita. Uma verdadeira celebração aos sentidos da visão e da audição. A capela é linda, os vitrais são maravilhosos demais. A construção parece muito desafiadora para a época. Os músicos eram muito bons. Valeu muito.
Concerto na Saint Chapelle – valeu muito!
Saí de lá sob chuva forte. Tive a feliz ideia de pegar um ônibus. Desci pertinho do Louvre e cheguei na hora combinada e lá estavam eles, lindos me esperando. A chuva estava ainda forte. Dei mamar para meu bebê e fomos comer no único lugar do Louvre aberto naquela hora (21:30h): Mc Donalds – Comi um Mc Baguete. Muito bom (depois da decepção do Mc Kroket de Amsterdam…). A chuva passou, mas tínhamos andado muito, estávamos cansados. Voltamos para o flat de metrô.
Mc Baguete.
Bem melhor que o terrível Mc Kroket de Amsterdam
06/05/2012 –D 13 – Paris.
Acordamos e fomos visitar a Opera Garnier (8 euros/pessoa). Da outra vez que fomos à Paris, visitamos todas as atrações clássicas, mas deixamos essa passar. Agora corrigimos. É mesmo imperdível! Tem uma sala que lembra a sala dos espelhos do Palácio de Versalhes. O museu – que tem quadros dos bailarinos que atuaram nos áureos tempos e amostras dos figurinos usados – é bem interessante. Vimos que tem visitas guiadas, mas preferimos ir por nós mesmos. Adoramos!
Opera Garnier
Opera Garnier
Opera Garnier
Opera Garnier
Alguns dos muitos trajes usados nos espetáculos
Opera Garnier
Opera Garnier
Saímos de lá e eu queria dar uma passada na Galeria Lafayete, mas era domingo e quase todo o comércio estava fechado. Fomos em direção à linda Igreja de Madeleine.
Igreja de Madeleine
Zoom in (real dimensions: 4000 x 2248)
A deliciosa Fauchon estava fechada, mas a LaDureé não. Macarrons deliciosos! (75 Avenue des Champs-Elyées).
Fauchon estava fechada
La Dureé – o queridinhos dos fãs de macarrons.
Fomos passeando pelos Jardins de Tulieres, lindo demais! Almoçamos em um restaurante por lá mesmo.
Jardins de Tulieres
Almoço em um dos quiosques nos Jardins de Tulieres
Chegamos ao Louvre, entramos na pirâmide e compramos umas canetas especiais para meu amor e umas definitivas para escrever no nosso cadeado. Passamos rapidamente pelo museu.
Louvre
Pegamos um metrô para Notre Dame. Paradinha para brincadeiras e mamadinha no Jardim de Notre Dame. ::otemo::
Fomos colocar nosso cadeado na ponte dos amores eternos e Jogamos as chaves no Sena!!
Cadeado na ponte dos amores eternos.
Fomos dar umas voltas na ilha de St Louis, um lugar bem residencial e bonito. Chegamos à famosa Berthilon, fila enorme para comprar sorvete (29-31 Rue Saint-Louis), eu não queria sorvete, apesar de ser ótimo eu já conhecia, queria provar os pães e doces. Pedi um pedaço de uma deliciosa tarte tatin para viagem. Simplesmente perfeita. Comprei também uns pães muito bons para levar. Fomos andando rumo ao interessantíssimo bairro do Marais. Comemos um excelente Falafel (L’As du Fallafel, 34, rue des Rosiers) e partimos para ver um pouco das galerias de arte do Marais. Bastante coisa legal por lá.
Uma das galerias de arte do Marais
Galerias de arte do Marais
Place dês Vosges.
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Era o dia das eleições presidenciais na França. As ruas estavam agitadas. Compramos baguete e frios em uma padaria pelo caminho e voltamos para o flat. Fomos arrumar as coisas e descansar para nossa viagem de volta logo na manhã do dia seguinte. Já com saudades dessa cidade linda. Amamos a viagem.

Atualização: uma amiga querida está planejando voltar a Paris, desta vez grávida e com seu filhinho lindo de 1,5 ano. Ela vai fazer um ensaio fotográfico profissional na cidade luz. A empresa escolhida foi a Paris em Foco. A fotógrafa é brasileira e a proposta é de Ensaio com roteiro a pé; com fotos editadas entregues em CD com formato alta resolução para impressão e baixa para internet. Pelo que soube, os valores variam de 300 a 500 euros.  Quando fui nem pensei nisso, se tivesse imaginado teria feito, provavelmente. Um álbum profissional com um cenário como Paris é mesmo tentador. Minha amiga retorna em novembro, aí coloco a impressão que ela teve do serviço.

Escrito por Carla Torres.

Carla Torres

Médica (Universidade Federal Fluminense – 2004) e mãe. Atua nas duas funções em tempo quase integral e é apaixonada pelo que faz.

13 respostas para “Paris com bebê – 6 meses”

  1. Paula disse:

    Olá, Carla! Adorei sua publicação! Vi que vc usou canguru e carrinho para carregar sua bebê. Vc sugere que eu leve os dois também? levar apenas o canguru é mto arriscado? Tenho medo do meu bebê ficar desconfortável principalmente para dormir

    • Carla Torres disse:

      Oi Paula, tudo bem?
      Se for andar o dia todo, sem carrinho acho que fica cansativo pro bebê (e pra vc também). Toda vez eu levo carrinho (quando viajei para a Alemanha minha Helena tinha 3 anos e Eron 1 ano, levei o bebê conforto para ele e dois carrinhos, um pra cada). Isso é muito pessoal, mas eu acho q, apesar de toda trambolhice de carregar um carrinho, vale a pena. Os que uso são os tipo guarda-chuva da McLaren. Alguns passeios eu deixava o carrinho no hotel (por exemplo andar de metrô em Paris com carrinho é sem chance – milhares de escadas e nenhuma rolante).

  2. Julia disse:

    Oi Carla, otimas dicas!
    Vou p Paris em junho e meu bebe fara 6 meses la. Vi q a sua Helena tinha essa idade tb. Vc teve algum problema em amamentar la em lugares publicos? Ja li em alguns lugares que nao e
    Proibido, mas frances nao e um povo mto educado ne….

    • Carla Torres disse:

      Oi Julia, obrigada. Uma coisa que me impressionou na França é que eles realmente parecem não gostar de crianças. Muitas vezes minha filha sorria e eles não retribuíam. Mas não tive problemas com amamentação não. Mas posso não ser a pessoa ideal para te dizer, porque realmente não me incomodo com cara feia nem valorizo gente chata. Mas sou observadora, se houve desconforto, foi muito sutil.

  3. yedda disse:

    Olá! li seus relatos sobre a viagem. Estou pensando em levar meu bebê que até a data da viagem vai ter 1 ano e 3 meses para Europa, iriamos para Lisboa, Paris e Londres no verão Europeu, mas meu marido está cheio de receio e achando loucura viajar com uma criança tão pequena jutos no período de calor intenso. Penso igual a você todo lugar tem bebê e o nosso acaba se adaptado. Como vocÊs faziam ficavam o dia todo na rua e ela dormia no carrinho? Pois se voltarmos para o hotel para ele tirar a soneca acabamos perdendo um tempo precisos pago eu Euro rs.

    • Carla Torres disse:

      KKKK e em euros valiosos! A cotação está de dar tristeza… Levamos sempre o carrinho. Escolhi o McLaren Theco XT porque ele é relativamente leve e deita 180 graus. Nunca viajei com os pequenos no verão europeu não, mas não pode ser mais quente que aqui, não é? Acalma esse homem! Leva protetor solar, entra em lojas com ar condicionado, se precisar, dá um banho no bebê na pia de algum banheiro, usa lencinhos umedecidos para refrescar, dá muita água na mamadeira e tudo vai dar certo. Vocês vão ter recordações para lembrar com muito carinho para sempre. Bjs para vocês!

  4. Cleo disse:

    Boa Noite, amei seu blog, irei viajar novamente a Paris, fui em 2013 com o meu esposo e agora com a nossa bebe de 1 ano e 1 mês, bom quando fomos no mês de maio, estava um frio muito suportável, mas não tenho a mínima de como está agora, gostaria de saber como foi com as fraldas se os preços são bons? Tenho medo da minha bebe ter reação a algumas, minha outra preocupação é que ela é alérgica a proteína do leite, inclusive vi várias receitas aqui e ameiiiiiiii, levarei o leite especial dela, mas terei que comprar todas as papinhas lá, na verdade Paris será 2 dias, porque iniciaremos a viagem em MADRI, BARCELONA, PARIS, ROMA e VENEZA, confesso que estou com bastante receio principalmente pela comida dela…

    • Carla Torres disse:

      Oi Cleo. O preço do euro está cruel, mas o valor da fralda era parecido com o daqui. Mas não dá pra comprar em farmácias, são mt mais caras. Tem q ser no mercado. Qt a alimentação, acho q não terá problemas. Por cuidado, leve mesmo o leite, mas vai ter tudo lá. Há bebês, inclusive com APLV, em todos os lugares q vcs vão. Se programe em e vai dar tudo certo!!

    • Alessandra Pedroso disse:

      Olá, Cleo! Estamos nos organizando para viajar em dezembro/2016 para Paris, minha pequena estará com quase 11 meses e ela é APLV, soja e ovo e estou em
      Pânico rsrsrs. Como foi a sua experiência?

  5. Oi, estou adorando o seu site, parabéns! Também sou viajante de longa data, sempre viajei de moto com a minha esposa, e agora estaremos experimentando novas aventuras com uma bebezinha linda.
    Fiquei com uma dúvida, como foi a dinâmica de locomoção com a sua filha? Vi que vocês usaram o cangurú as vezes, e em outras o carrinho. Conseguiram almoçar com ela no cangurú? Ou em refeições sempre era de carrinho? Vocês levaram daqui ou alugaram lá?
    Abs,

    • Carla Torres disse:

      Oi Edison, obrigada pela visita. Viajar é tudo de bom, não é? Com a bebê tudo vai ser diferente, mas não menos interessante e proveitoso. Levamos nosso carrinho e canguru, só alugamos mesmo o assento do carro (já na reserva do veículo eu peço os assentos). Até eles terem 1,5 ano, sempre levei os dois: canguru e carrinho. Tem q ser carrinho leve, tipo esse Mac Laren que aparece nas minhas fotos. Para comer no canguru não rola. Ou ela ficava no carrinho, ou no colo ou no cadeirão nos restaurantes. Atualmente meus dois tem 3,5 e 1,5 anos. Mas levo sempre dois carrinhos guarda-chuva. Até a maiorzinha cansa às vezes e tira umas sonecas ali mesmo. Abraços para vc e suas meninas.

  6. Marianna disse:

    Olá, adorei as dicas de viagens aqui no site! Estamos planejando uma viagem em novembro com nosso bebê que terá 10 meses por Paris e Lisboa, será o que frio atrapalhará muito?

    Não consegui entrar no link do Paris em Foco, será que você poderia ver com sua amiga como foi a experiência das fotos para ela?

    Obrigada!

    • Carla Torres disse:

      Oi Marianna, desculpa a demora. Obrigada pelo aviso do link. Vou corrigir isso. Vi as fotos dela e ficaram lindas! Estava chovendo e mesmo assim ficaram maravilhosas. Aliás, obrigada por me lembrar. Vou pedir algumas para fazer um post sobre isso.
      Sobre o clima, acho que vai estar frio, Lisboa é mais ameno. Mas existem bebês até no Alasca, basta agasalhar bem seu pequeno. O problema de ir no inverno pra Europa é porque aproveitamos pouco, pq anoitece muito cedo. Mas se programe bem e aproveite ao máximo!

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